Media Training não é tabu nem um mistério! Afinal, no Mundo da Comunicação não há segredos nem magia. Quem procura resultados tem de posicionar-se e investir tempo para consegui-lo. Todas as empresas procuram visibilidade para o seu produto, mas muitas vezes tal torna-se impossível sem a ajuda de profissionais.
Não havendo segredos nem magia, há ferramentas – e profissionais que as dominam – que podem garantir resultados. Nas agências de comunicação, os especialistas carregam anos de experiência e essa experiência traduz-se em contactos. Ora, conhecer o terreno que se pisa é meio caminho andado para chegar a bom porto e é por essa razão que com a ajuda de profissionais reconhecidos o trabalho de Relações Públicas e assessoria de imprensa se torna fundamental.
Uma regra de ouro do Mundo dos negócios é que se o produto que queremos vender for mau, ninguém quererá comprá-lo. Outra é que um bom produto sem a devida divulgação não chegará aos clientes. É por isso que é fundamental saber lidar com a imprensa. Com Media Training adequado e mentoria dedicada aos líderes da sua empresa, o caminho fica facilitado. Só é preciso ter coragem e dar o primeiro passo.

O que é o Media Training e para que serve?
Media Training é um processo que permite preparar um profissional para assumir o papel de porta-voz de uma organização; mas também é todo o processo que leva à preparação de figuras públicas – muitas vezes políticos – para melhor lidarem com entrevistas de TV, rádio e jornais. O objetivo tanto pode ser vender um produto, disseminar uma ideia ou, simplesmente, resolver situações de crise. A verdade é que o Media Training anda frequentemente de mãos dadas com a gestão de crises.
O contacto com os media não é mais nem menos importante que o contacto com clientes ou parceiros de negócio. Tem é de ser entendido com a especificidade que lhe é devida. Um cliente procura adquirir um produto ou um serviço, ou reclamar caso algo tenha corrido mal na relação; um parceiro de negócio procura maximizar os seus lucros. Já um jornalista representa o papel de “provedor” da sociedade. Está ali para fiscalizar – e comunicar ao Mundo – se o que temos para oferecer é ou não de qualidade; se cumprimos aquilo que prometemos; se o produto cumpre os padrões de qualidade.
Na relação com os jornalistas há uma espécie de código de conduta que tende a ser desvalorizado pelas organizações. Quantas vezes é difícil entender o porquê de uma pergunta? Como lidar com os timings? Será melhor falar ou ficar calado? E, falando, o que dizer? E onde? E como?
Uma má abordagem ao contacto de um jornalista pode ser fatal para qualquer negócio. Como exemplo, recuamos até 2010, para recordar o caso da Ensitel, uma cadeia de lojas de telemóveis em Portugal que perante as críticas de um cliente caminhou de desastre em desastre até à insolvência? (recordar aqui). Se a má relação com o cliente foi o início, o acompanhamento pelos jornais acabou por ser a machadada final.
Com liderança adequada e media training aos responsáveis, provavelmente hoje a Ensitel ainda teria lojas abertas nos principais centros comerciais de Portugal.
Como o assunto chegou à televisão e como a Ensitel não soube lidar com o assunto
5 razões para recorrer à Mentoria na comunicação
A mentoria de comunicação é um processo contínuo, que pode também cruzar-se com a consultoria em comunicação. Implica a criação de um vínculo forte de confiança entre o profissional de comunicação e a pessoa que quer posicionar-se perante a opinião pública.
Um dos maiores desafios que por vezes os líderes de grandes empresas enfrentam é o de serem capazes de confiar no profissional de comunicação. A verdade é que da mesma forma que quando se recorre a um ortopedista não ousamos questionar se é ou não preciso operar a articulação de que nos queixamos, na área da comunicação existe uma tendência para cada um “achar” que tem as respostas.
Ora, a primeira razão para se recorrer – e confiar – na Mentoria de Comunicação é, precisamente, fugir do sempre perigoso “achismo”. Afinal, do outro lado está uma pessoa mais experiente e habilidosa em comunicação, pronta a partilhar conhecimentos e a fornecer orientação e aconselhamento a quem deseje melhorar suas habilidades na matéria.
Um bom processo de mentoria/consultoria ajudará o cliente a identificar os seus pontos fortes e fracos, bem como a trabalhar para os ultrapassar utlizando ferramentas adequadas, de modo a desenvolver as suas capacidades, aumentar a sua confiança e alcançar os seus objetivos pessoais e profissionais através de uma comunicação mais eficaz.
Ao melhorar a capacidade de comunicação, um profissional terá mais capacidade para falar em público, escrever, liderar a sua equipa, gerir conflitos e muito mais.
A segunda boa razão para se recorrer à Mentoria de Comunicação/Media Training é a oportunidade de avançar na carreira. Afinal, não é por acaso que os políticos que chegam ao topo têm “aulas” de como falar, e, muitas vezes, confiam a gestão dos silêncios – e das palavras – aos seus conselheiros.
A terceira razão é o desenvolvimento da autoconfiança. Um líder forte tem de estar preparado para lidar com todos os cenários, prever as críticas, e minimizar os danos de qualquer situação imprevista. Uma pessoa preparada é mais confiante e terá uma comunicação mais clara e impactante.
O quarto argumento apresentado para promover a mentoria de comunicação é o facto de esta permitir aos mentorados a obtenção de ferramentas que lhes permitam alcançar objetivos pessoais ou profissionais. Afinal de contas, não importa só o que se diz; importa como se diz. E isto é tão válido para a relação com um cliente ou fornecedor como com um funcionário ou, até – e sobretudo – com um jornalista empenhado em confirmar que tudo o que a nossa empresa faz está dentro da legalidade.
Por fim, a quinta razão para se recorrer ao serviço de um profissional da mentoria de comunicação / media training é que a relação pessoal entre mentor e mentorado é baseada em cumplicidade, tendo por vista um objetivo comum: o sucesso do cliente.
Uma relação de confiança
O mentor não está preocupado em fazer juízos de valor sobre as margens de lucro de uma empresa, em esmiuçar os segredos do negócio, ou outros detalhes. O único foco do profissional de comunicação é na obtenção dos resultados. Se o cliente quer chegar ao cargo de CEO, se quer tornar a sua empresa mundialmente conhecida, ou até aparecer nos noticiários de TV, sabe que terá sempre no mentor um braço direito, uma sombra invisível, que lhe dará as ferramentas e o preparará para toda e qualquer situação.
Tal só é possível com uma relação de confiança baseada na verdade. Os objetivos do cliente devem ser claros desde o primeiro dia – lembre-se, o profissional de comunicação não julga: qualquer aspiração legal é legítima.
E sendo o objetivo claro, a relação será sempre baseada na verdade. De parte a parte, num processo dialético, mentor e cliente vão descobrir o melhor caminho para o objetivo, umas vezes recuando e outras avançando, mas sempre com o foco num objetivo previamente definido.
Relações Públicas – ciência que poucos dominam

No início da década de 1970 muitas empresas tinham das Relações Públicas uma visão redutora (e por vezes sexista): uma rapariga / ou rapaz bem vestida(o) e com dentes brilhantes tinham por missão sorrir (literal ou figurativamente) para todos aqueles a quem importava agradar.
Numa primeira fase da atividade, eram distribuídos brindes e por vezes convidava-se os jornalistas para almoços faustosos, durante os quais se procurava criar uma relação baseada na admiração! O fantástico de todo aquele ambiente, visava mostrar uma imagem de grandeza e, com ela, diferenciar a marca/empresa das concorrentes.
A verdade é que as Relações Públicas evoluíram e, tal como outras áreas da comunicação, acabam, hoje, por focar-se em ligações orgânicas genuínas. Um exemplo claro disto é que muitas empresas acreditam que a dimensão da lista de endereços de email de jornalistas é um dos ativos mais valiosos da comunicação. E a verdade pode parecer cruel: é irrelevante ter 500 endereços de email se os jornalistas que recebem as mensagens não estiverem sensibilizados para o que se pretende transmitir.
E por muito que para cada cliente cada passo e conquista da sua empresa/clube/partido político/banda filarmónica seja o mais importante do ano, é um facto que ao mesmo tempo milhares de empresas/clubes/partidos políticos e até bandas filarmónicas um pouco por todo o Mundo também conseguiram algo histórico (pelo menos para eles).
Porque a verdade é um valor inegociável, a Word Power não a esconde: todos os profissionais de comunicação já tiveram pelo menos um dia em que enviaram um comunicado para centenas de jornalistas e acabaram esmagados pelo desinteresse global. Estaria o comunicado mal feito? Provavelmente não. Seria o assunto desinteressante (eventualmente – embora nesse caso o profissional de comunicação deva aconselhar o cliente a não fazer um Press Release). O mais natural – e uma das melhores justificações para o fracasso – tem muitas vezes a ver com a falta de acompanhamento aos jornalistas.
Um profissional preparado para lidar com os jornalistas – leia-se alguém que tem acompanhamento de mentoria em comunicação – sabe que é fundamental manter uma relação regular com um grupo restrito de jornalistas/organizações para os quais o seu conteúdo seja relevante (de que serve enviar a um especialista em arte, um relatório e contas de uma empresa?).
Para ler mais conteúdos relevantes visite o blog da Word Power.
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